Caça Palavras.
[...] Anos pálidos, balançando a cabeça, ela, sim, ela lhe contata, quase que com colírio nos olhos: "Não há nada que eu possa fazer mais pela sua causa". E como “batata quente, quente, quente” ele vai passando de consultório à clínicas, jasmim à éter, papéis de parede à cimentos, quintas à domingos, outro à ele, outro à queimou, queimou à queimou! Oras, ele é humano! E essa foi a deixa para deixar de ser. Mas é barato... É barato que o barato no passado, é que vale caro para mim lembrá-lo. E Eu sei... Mas não me lembro de muita coisa, também de muito nele. E é por isso que Eu tenha se ido para mim. Não me lembro... Eu não me lembro de como me ser. Mas no outro de outra das mesmas estranhas entranhas, decorei o telefone da última indicação. Ela não me cobrou a promessa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário