"E se eu fosse uma religião de mim,
Então minha catedral certamente sofreria uma cisão."
Então minha catedral certamente sofreria uma cisão."
"pour la santé après moi!"
ㅤEu; não me deixes também! Ou, pormenor, não me leves para o pára também! Ou eu não sendo, deveria de passar duas camadas de tinta fresca no meu amado Me, que me não mais condiz? Oh, eu tinha de ter lido a bula d’O Conhecimento antes de medicar-me dele, pareço tão mais do mais que abocanhou-me! Ou de menos do menos de conhecer? [...]
Você pode escrever; mas não pode editar. —
(Será efeito reto, ou é mesmo controverso?) A burrice é tão mais segura de morar; pontos ditam e você tende a se conformar. E a espinha aponta nas costas de tanto reverenciar. Ah, e foi tão rápido, como flecha de cupido em já predestinados! (Ou já arrastados para o amontoado de condenados?) Talvez eu seja prometida para o sábio Saber, mas talvez O Me não me soube caber. (Ou eu deveria não dever? Ou não ter tido o não ter?) Tamanhos são esses campos de equívoco! Nasce tanto de mim... A Genialidade germina, mas é A Loucura que colhe; e é necessário que o céu chore para que eu vigore.
Ponto no Ponto;
O ponto d'O Ponto.
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O ponto d'O Ponto.
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