Se o inferno, sobretudo, riscasse o "se" de suposição, o "se" por mim em "passo" listado por ele, seria. Seria pegadas de esperança e, uma rasura; a benção. E o seria não seria a benção que jamais abençoou.
No meu sempre que também atende por nunca, mas que o nunca nunca atendera por sempre, o nunca nunca teve vez pelo aquarela: o inferno, mesmo infernizando; também não. Se eu tivesse os mesmos olhos que os outros, outro apenas eu seria e, desde, poderia apenas não ser – olhos de expectadores sob figurantes apenas analisam quando não mais tem de ver. Se o inferno mendigasse cor, a princípio, eu teria concorrência e o arco-íris audiência. Se o inferno tivesse cor, a meu ver, não seria de calor. Eu não enxergo como os outros, mas sou os olhos para com outros outros! Meu inferno é branco. É branco porque a cor branca é cor de ausência de cor. É branco porque a cor branca é tão cor quanto se diz ser luz. É branco porque é na luz que revela e vela o "quem é". É branco porque é em luz que tudo o que se esconde no escuro de quem procura é escondido da luz. É branco porque o escuro é escondido na luz. É branco: Porque é acendendo as luzes que se apaga a luz.
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