sábado, 11 de junho de 2011

“Vai ser só um ‘piquezinho’ de nada.”


"E se eu fosse uma religião de mim,
Então minha catedral certamente sofreria uma cisão."

"pour la santé après moi!"
Eunão me deixes também! Ou, pormenor, não me leves para o pára também! Ou eu não sendo, deveria de passar duas camadas de tinta fresca no meu amado Me, que me não mais condiz? Oh, eu tinha de ter lido a bula d’O Conhecimento antes de medicar-me dele, pareço tão mais do mais que abocanhou-me! Ou de menos do menos de conhecer? [...]

Você pode escrever; mas não pode editar. 
(Será efeito reto, ou é mesmo controverso?) A burrice é tão mais segura de morar; pontos ditam e você tende a se conformar. E a espinha aponta nas costas de tanto reverenciar. Ah, e foi tão rápido, como flecha de cupido em já predestinados! (Ou já arrastados para o amontoado de condenados?) Talvez eu seja prometida para o sábio Saber, mas talvez O Me não me soube caber. (Ou eu deveria não dever? Ou não ter tido o não ter?) Tamanhos são esses campos de equívoco! Nasce tanto de mim... A Genialidade germina, mas é A Loucura que colhe; e é necessário que o céu chore para que eu vigore.
Ponto no Ponto;
O ponto d'O Ponto.


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